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MÉDICO FOI CONDENADO A PRISÃO PERPÉCTUA
11/07/2026

O Tribunal Regional de Berlim, na Alemanha, condenou o médico paliactivista Johannes M., de 41 anos, à pena máxima de prisão perpéctua pelo assassinato de 15 pacientes. A Justiça determinou a excepcional gravidade do caso, impôs a proibição vitalícia do exercício da profissão e ordenou a manutenção de sua prisão.
O crime praticado pelo médico alemão causou quinze vítimas que eram seus pacientes (12 mulheres e 3 homens) com idades entre 25 e 94 anos.
O método de actuação do médico assassino consistia na administração de um coquetel letal composto por um sedativo forte seguido de um relaxante muscular, causando parada respiratória em minutos. Os crimes: foram cometidos entre o mês de Setembro do ano 2021 e Julho de 2024.
Segundo os factos apurados nas investigações pelo menos em cinco ocasiões, o médico provocou incêndios nos apartamentos das vítimas após os homicídios para destruir provas.
Entretanto, apesar da condenação pelos quinze assassinatos, os procuradores alemães continuam investigando o envolvimento do médico em outros 76 casos suspeitos.
O réu chegou a alegar durante o julgamento que agia por “compaixão” para poupar o sofrimento dos doentes, mas a Justiça rejeitou a justificativa, baseando-se nas perícias e na gravidade dos atos.
Em África são inúmeros os crimes que ocorrem no sector da saúde que ficam impunes por negligência jurídica das instituições públicas.




